domingo, 5 de dezembro de 2010
Construção da Maquete
domingo, 28 de novembro de 2010
Construção das peças
Pendente:
Primeiro analisei a peça que iria realizar e comecei o trabalho.
- Base em madeira, e construção da peça a partir dessa. Apliques de fios e missangas com materiais próprios. Arame pintado com acrílico de azul escuro e envolvido na base. Fios de metal com pontas vermelhas, enrolado na peça.
A peça ficou quase pronta faz faltavam alguns retoques. Pintei assim a base de castanho escuro, e apliquei tinta com relevo branca para dar o efeito de bolas. Ficou assim o pendente, que é uma peça para a orelha.
Depois de analisar como iria construir a peça, arranjei um bocado de madeira e cortei-o com um instrumento adequado da maneira pretendida. De seguida pintei-o de duas cores um pouco próximas e depois depositei os variados apliques pretendidos, fazendo sempre com que a peça ficasse o mais parecido possível com o projecto.
Os apliques foram nomeadamente: pedaços de tecido enrolado, arame, missangas e penas. Existem também apliques com uma tinta com relevo em branco e cinzento. A forma laranja feita em madeira lembra a cara de um índio, que mesmo tendo sido um mero acaso reforça o conceito de selvagem.
Anel:
O anel não ficou exactamente como nos planos, mas cumpriu alguns requisitos.
Primeiro a base foi realizada em metal e forrada com tecido (este pelúcia) e posteriormente foram postos os apliques.
Estes apliques são arame, uma corrente, uma pena e tinta branca com relevo. O efeito ficou como uma peça que lembra um animal ou algo indígena de antigas civilizações. Todas as peças apresentadas foram realizadas na aula de Ourivesaria.
Aula Experimental
Peças realizadas na segunda aula de Ourivesaria (prática). Realização de experimentação de materiais, estes: Alumínio, contas, grãos de café, arames, argolas, pedaços de plástico, entre outros...
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Apresentação Final
Na apresentação final, o cenário será uma imagem de uma floresta, de acordo com o meu conceito, que será projectada no quadro branco da sala. O cenário irá ser decorado o mais próximo possível com uma floresta. Isso significa que alguns elementos como folhas secas, heras e outros serão utilizados.
Começarei por recriar o conto da capuchinho vermelho, numa tentativa de passar a imagem de vida organizada e simples. Vou estender uma toalha de piquenique e do cesto que se encontra comigo vou retirar vários elementos que se relacionem com os piqueniques, em que o último dos elementos será um frasco de doce. Um grande frasco de doce de morango, e sem mais demoras vou abrir o frasco e provar o doce. Quando o vou a fazer a cauda que vai estar atrelada a mim vai impedir-me de o fazer. A cauda significa a minha razão, o “que é correcto” , pelo menos para ela. Ao impedir-me eu vou revoltar-me e “discutir” com a cauda pois o que eu quero é provar o doce. Aí vou-me tornar selvagem e mais mazinha e por fim vou cortar a cauda e provar o doce que era o meu objectivo.
O teatro vai ser mudo e realizado ao som de “Dog Days Are Over” de Florence and the Machine.
A roupa vai ser toda preta menos a capa vermelha, remetendo ao conto referido, para dar mais contraste. O cabelo vai ser todo entrançado e decorado com missangas e outros. A maquilhagem vai remeter á sessão fotográfica “Estado Selvagem”.
sábado, 13 de novembro de 2010
A cauda e o doce de morango
Primeiros esboços figurativos do doce de morango e da cauda. O primeiro realça a explosão do morango e do "selvagem" do próprio fruto. O segundo é o fruto envolvido na cauda, a minha cauda. A protecção que não me deixa provar o doce.
Exercício de aguarela e caneta de tinta permanente preta. Simboliza o meu doce de morango, a mistura de sonhos e ideias que formam este. Pode-se dizer que o doce é confuso e nem sempre fácil de alcançar, mas é belo.
Selvagem:
Ser selvagem não é por na selva viver,
Mas por esta conhecer.
Dentro de mim,
Sem que a cauda diga que sim
Há que ser selvagem para decidir
Se o doce irei atingir,
A cauda ultrapassar
E deste sonho nunca acordar.
O doce é estranho e um pouco confuso
É da maneira que eu sempre o uso
Mas nunca abuso
Pois se a cauda me apanhar,
Nunca o doce irei mais saborear.
Este doce de morango,
Que sabe a felicidade
E me dá vontade
De gritar.
Por um pouco mais.
Os meus olhos sempre viram pr'a lá,
Por isso esta na hora de arriscar.
Pois porque se este doce quero provar
Terei mesmo de avançar.
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