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sábado, 30 de outubro de 2010

Ourivesaria Metamorfose


       


      

Algumas peças de Ourivesaria de Dalí.
Relacionadas com o meu conceito, Selvagem.
Selvagem, na medida em que é inovador e diferente, e não tem de ser a Ourivesaria tradicional que todos conheemos.




Peças de Katharina Vones

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Módulo 2 - Arriscar

« (…) Já sete horas”, disse para consigo ao ouvir de novo o despertador, “já sete horas e um nevoeiro destes.” E durante uns instantes ficou quieto, respirando baixinho, como se esperasse do silêncio absoluto a reposição da situação real e natural. (…) preparou-se para balançar o corpo a todo o comprimento, fazendo-o cair assim de uma vez de cima da cama. Se se deixasse cair desta maneira, a cabeça, que ele levantaria ao máximo ao tombar, não devia sofrer nada. As costas pareciam ser duras, e não lhes aconteceria nada se caíssem em cima do tapete. O que mais o preocupava era a ideia do estrondo que isso iria provocar, e do susto, ou pelo menos da preocupação que tal baque iria causar atrás de todas as portas. Mas era preciso arriscar. (…)»

                    “A Metamorfose”, Franz Kafka

"Mas era preciso arriscar" 
E tu o que estás disposto a arriscar?

Todos os dias vivo com a minha cauda. Todos os dias são iguais pois ela é aborrecida e nunca me deixa fazer nada do que eu quero! Claro, ela é importante para a minha vida, sem ela andaria à toa sem saber o que fazer e por onde começar. Mas eu já me decidi!
Estou disposta a arriscar a minha cauda, ela
que me está sempre a dizer o que fazer, anda sempre comigo e nunca me larga. Estou disposta a tornar-me mais selvagem, mais mazinha e fazer algo de inesperado por um doce de morango.O doce de morango! Aquele que eu quero provar e irei provar, basta dizer NÃO à cauda!

Apresentação Final

O que vou fazer na apresentação:

Já no fim do projecto do módulo 1, resta a apresentação final onde vou abordar o conceito em apenas 2 minutos diante da turma.

Para o fazer, vou levar uma caixa (guarda-jóias) com duas gavetas e uma “tampa” na parte superior, onde na frente desta se pode observar o meu rosto.
Á medida que vou lendo os apontemetos que tenho sobre o conceito vou mexendo na caixa. Quando falar da parte racional, da razão e do dia-a-dia, vou retirar da primeira gaveta objectos banais, e do conhecimento geral. Mas quando cheagar à parte do conceito do sonho e de “mantermos essa gaveta trancada”, a gaveta na parte de cima irá estar trancada. Aí vou tentar abri-la, mas subitamente lembro-me de onde está, e retiro-a do Diário Gráfico, onde se encontra as minhas ideias e projectos. Abro a gaveta e dentro dela encontra-se o meu sonho, baseado numa floresta, com heras, flores e borboetas que dão a impressão de estarem a voar. Também teram fotos. Terminarei a apresentação com a conclusão de que todos temos de abrir esta nossa gaveta, como eu fiz.

domingo, 17 de outubro de 2010

domingo, 10 de outubro de 2010

"As nossas gavetas da cabeça"

As nossas maluquices, sonhos, pesadelos cabem aonde? Nas nossas gavetas da imaginãção e da loucura que muitas vezes guardamos fechada a sete chaves e temos medo de encarar.


Forma da Ideia

  Transformação da Pintura na escultura ou o contrário, pelo artista Salvador Dalí.
Explorando o sonho e a loucura na gaveta.