Raid Fotográfico
Parte 1
(FOTOS DE SARA PERDIGAO)
À medida que o tempo passa tudo fica igual. Eu fico na mesmo sítio da mesma maneira. A única diferença é que estou vazia por dentro, mas ainda lá estou. O vestido representa esse vazio do estar no espaço, mas não estar lá de verdade.
Fala também de viver na ignorância. E de estar vazia por dentro dessa maneira, na personalidade, mente. O anjo preso "pelas correntes do tempo", simboliza o querer prender o que parece "bem e puro" escondendo o que realmente á a verdade.
A rapariga "agarra" a parede em desepero, não se apercebendo que é esse p mundo em que está inserida. Um mundo vazio, sem cor, o mundo da sua ignorância.
Inspirado na obra de Platão, “Alegoria da Caverna”, a rapariga escolhe a ignorância como o seu modo de vida, mesmo a conhecendo a realidade. Mas para si a questão principal é que ela pensa que a sua ignorância é a sua verdadeira Utopia.
Parte 2
Em construção
Fotos de Tecnologia
Fotos escolhidas
(FOTOS DE SARA PERDIGAO)
(Para mais fotos: http://www.thelatentside.blogspot.com/)
domingo, 23 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Aula 2
A Minha Hora
Que horas são? O meu relógio está parado,
Há quanto tempo!...
Que pena o meu relógio estar parado
E eu não poder marcar esta hora extraordinária!
Hora em que o sonho ascende, lento, muito lento,
Hora som de violino a expirar... Hora vária,
Hora sombra alongada de convento...
Hora feita de nostalgia
Dos degredados...
Hora dos abandonados
E dos que o tédio abate sem cessar...
Hora dos que nunca tiveram alegria,
Hora dos que cismam noite e dia,
Hora dos que morrem sem amar...
Hora em que os doentes de corpo e alma,
Pedem ao Senhor para os sarar...
Hora de febre e de calma,
Hora em que morre o sol e nasce o luar...
Hora em que os pinheiros pela encosta acima,
São monges a rezar...
Hora irmã da caridade
Que dá remédio aos que o não têm...
Hora saudade...
Hora dos Pedro Sem...
Hora dos que choram por não ter vivido,
Hora dos que vivem a chorar alguém...
Hora dos que têm um sonho águia mas... ai!
Águia sem asas para voar...
Hora dos que não têm mãe nem pai
E dos que não têm um berço p'ra embalar...
Hora dos que passam por este mundo,
De olhos fechados, a sonhar...
Hora de sonhos... A minha hora
- 'Stertor's de sol, vagidos de luar -
Mas... ai! a lua lá vem agora...
- Senhora lua, minha senhora,
Mais um minuto para a minha hora,
Mais um minuto para sonhar...
Saúl Dias, in "Dispersos (Primeiros Poemas)"
CINEMA
Ando pelo caminho da Arte. Faço o meu próprio caminho, diferente do dos outros. É um caminho pintado a pincel e tinta. Os outros podem não compreender o meu caminho mas eu sigo-o na mesma pois é o caminho mais verdadeiro que conheço. Quando abro as minhas asas, cortam-mas e prendem-nas, mas elas têm vontade própria e voltam inevitavelmente sempre para mim.
Este conceito explora, como já foi referido, a vida do artista. Este não é bem compreendido e por isso tenta fazer o seu caminho de qualquer maneira possível, isto é mesmo que lhe cortem as asas ou as suas fontes de inspiração e meios, ele arranjará sempre meios de conseguir produzir arte. Sendo isto, o artista arranja sempre um caminho, neste caso, o seu caminho e segue-o cegamente, mesmo não sendo aceite pelos outros.
O artista não se preocupa com as opiniões dos outros ou da maneira como o veêm, desde que ele faça o que lhe “vier no coração” e seguir sempre os seus objectivos.
“Podes cortar as asas dos artistas mas eles nunca irão parar de voar.”
Exploração de ideias:
(Ideias sem efeito)
- Usar as personagens mudas mas a produzirem gestos na boca como que a querer falar.
As vozes que saem são de animais, para realçar a ideia de incompreensão dos artistas pelas outras pessoas.
- As personagens encontram-se não num manicômio, mas num centro de reabilitação e falam sobre a maneira como foram parar ao instituto, e de como não são bem compreendidos.
- Usar várias telas na cena da pintora (Cena III).
Cenas:
Papeis dos artistas:
Miguel- Violinista
Albert Einstein
É conhecido por desenvolver a teoria da relatividade, mas não muito conhecido pelo seu incrível talento na música e nomeadamente no violino. Escolhi-o porque juntamente com a sua capacisdade intelectual genial, ele é também um pouco louco, e demonstra isso nas suas músicas e na maneira como toca.
Alice – Pintora
Lúcia Périsse
Escolhi esta pintora brasileira, pois para além do seu estilo abstracto estar dentro do conceito, esta é diferente pois recusa às “linhas e formas” habituais, e deixa-se levar pelas “suas asas” fazendo o que ela vê no seu mundo. Como a autora diz : Minha pintura.../ Meu momento, minha emoção/ O encontro do real com o sonho.../ De mim mesma com meu mundo...
Sara – Bailarina
Isadora Duncan
Foi uma bailarina dos Estados Unidos, considerada a pioneira da dança moderna, pois causou polêmica ao ignorar todas as técnicas do balet clássico. Tal como os outros artistas Isadora escolheu obtar por fazer o seu próprio caminho e não seguir outro.
Roselyne – Escritora
William Shakspeare
Escolhi este escritor pois na altura era polémica a maneira como ele escrevia e dava a emoção às suas histórias. Ele entra dentro das suas histórias dando-lhes emoção e carisma que absorve qualquer um a lê-las. Ele deixa-se levar pelas suas asas.
Lídia – Escultora
Ana de Carvalho
Escolhi a escultora portuguesa Ana de Carvalho pois esta vê as suas esculturas como obras e poemas de amor, que a apaixonam a ela própria. Revela as formas disformes como que a manter o essencial na peça que é não a beleza desta mas o que significa.
Que horas são? O meu relógio está parado,
Há quanto tempo!...
Que pena o meu relógio estar parado
E eu não poder marcar esta hora extraordinária!
Hora em que o sonho ascende, lento, muito lento,
Hora som de violino a expirar... Hora vária,
Hora sombra alongada de convento...
Hora feita de nostalgia
Dos degredados...
Hora dos abandonados
E dos que o tédio abate sem cessar...
Hora dos que nunca tiveram alegria,
Hora dos que cismam noite e dia,
Hora dos que morrem sem amar...
Hora em que os doentes de corpo e alma,
Pedem ao Senhor para os sarar...
Hora de febre e de calma,
Hora em que morre o sol e nasce o luar...
Hora em que os pinheiros pela encosta acima,
São monges a rezar...
Hora irmã da caridade
Que dá remédio aos que o não têm...
Hora saudade...
Hora dos Pedro Sem...
Hora dos que choram por não ter vivido,
Hora dos que vivem a chorar alguém...
Hora dos que têm um sonho águia mas... ai!
Águia sem asas para voar...
Hora dos que não têm mãe nem pai
E dos que não têm um berço p'ra embalar...
Hora dos que passam por este mundo,
De olhos fechados, a sonhar...
Hora de sonhos... A minha hora
- 'Stertor's de sol, vagidos de luar -
Mas... ai! a lua lá vem agora...
- Senhora lua, minha senhora,
Mais um minuto para a minha hora,
Mais um minuto para sonhar...
Saúl Dias, in "Dispersos (Primeiros Poemas)"
CINEMA
Ando pelo caminho da Arte. Faço o meu próprio caminho, diferente do dos outros. É um caminho pintado a pincel e tinta. Os outros podem não compreender o meu caminho mas eu sigo-o na mesma pois é o caminho mais verdadeiro que conheço. Quando abro as minhas asas, cortam-mas e prendem-nas, mas elas têm vontade própria e voltam inevitavelmente sempre para mim.
Este conceito explora, como já foi referido, a vida do artista. Este não é bem compreendido e por isso tenta fazer o seu caminho de qualquer maneira possível, isto é mesmo que lhe cortem as asas ou as suas fontes de inspiração e meios, ele arranjará sempre meios de conseguir produzir arte. Sendo isto, o artista arranja sempre um caminho, neste caso, o seu caminho e segue-o cegamente, mesmo não sendo aceite pelos outros.
O artista não se preocupa com as opiniões dos outros ou da maneira como o veêm, desde que ele faça o que lhe “vier no coração” e seguir sempre os seus objectivos.
“Podes cortar as asas dos artistas mas eles nunca irão parar de voar.”
Exploração de ideias:
(Ideias sem efeito)
- Usar as personagens mudas mas a produzirem gestos na boca como que a querer falar.
As vozes que saem são de animais, para realçar a ideia de incompreensão dos artistas pelas outras pessoas.
- As personagens encontram-se não num manicômio, mas num centro de reabilitação e falam sobre a maneira como foram parar ao instituto, e de como não são bem compreendidos.
- Usar várias telas na cena da pintora (Cena III).
Cenas:
Papeis dos artistas:
Miguel- Violinista
Albert Einstein
É conhecido por desenvolver a teoria da relatividade, mas não muito conhecido pelo seu incrível talento na música e nomeadamente no violino. Escolhi-o porque juntamente com a sua capacisdade intelectual genial, ele é também um pouco louco, e demonstra isso nas suas músicas e na maneira como toca.
Alice – Pintora
Lúcia Périsse
Escolhi esta pintora brasileira, pois para além do seu estilo abstracto estar dentro do conceito, esta é diferente pois recusa às “linhas e formas” habituais, e deixa-se levar pelas “suas asas” fazendo o que ela vê no seu mundo. Como a autora diz : Minha pintura.../ Meu momento, minha emoção/ O encontro do real com o sonho.../ De mim mesma com meu mundo...
Sara – Bailarina
Isadora Duncan
Foi uma bailarina dos Estados Unidos, considerada a pioneira da dança moderna, pois causou polêmica ao ignorar todas as técnicas do balet clássico. Tal como os outros artistas Isadora escolheu obtar por fazer o seu próprio caminho e não seguir outro.
Roselyne – Escritora
William Shakspeare
Escolhi este escritor pois na altura era polémica a maneira como ele escrevia e dava a emoção às suas histórias. Ele entra dentro das suas histórias dando-lhes emoção e carisma que absorve qualquer um a lê-las. Ele deixa-se levar pelas suas asas.
Lídia – Escultora
Ana de Carvalho
Escolhi a escultora portuguesa Ana de Carvalho pois esta vê as suas esculturas como obras e poemas de amor, que a apaixonam a ela própria. Revela as formas disformes como que a manter o essencial na peça que é não a beleza desta mas o que significa.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Módulo 3- Aula 1
"Agora vais caminhar pelo mundo"
Por onde caminhas e o que encontras?
FOTOGRAFIA
Ando pelas passadas do tempo, para a frente e para trás. Pelo caminho encontro o presente e quero ficar presa ao tempo para estar no presente sempre. O presente é perfeito, penso eu, é a Utupia perfeita. O tempo mantém-me refém no seu reino e venda-me o olhos. O tempo avança mas eu não o noto a passar; estou eternamente adormecida no presente, adormecida na verdade.
Referências:
Kings of Leon
Because of the times
Ragoo
03:01 m
I wanna say it's to me to change the world
Now I wanna play till they kicking down the door
I'll be alright long as I ain't seen it all
Now I'mma hold you tight to that night we had a ball
We had a ball
Here's to the kids out there smoking in the streets
They're way too young but I'm way too old to preach
They know it all but they still ain't seen the truth
Just play my song and I'll show it all to you
Either way you caught me whilst a lyin’
You caught me whilst a lyin’
You caught me with my pants down
My papa's slave had to go and fight the war
He'd beat 'em all then he took 'em all to court
My papa called and said remember me
Now he's working awful hard in his factory
Either way you caught me whilst a lyin’
You caught me whilst a lyin’
You caught me with my pants down
We ain't even been to the ocean
We been running barefoot the stream
We been running barefoot through the stream
We ain't even been to the ocean.
Na primeira parte, ele diz que quer dizer que fez ou vai fazer algo para mudar o mundo, mas prefere viver de ‘olhos fechados’ para a sociedade e que ficará bem se não vir o que se está a passar no mundo (pobreza, miséria,…). Diz que para isso vai agarrar-se as memórias boas em que se divertiu, e que pensou que viveu da melhor maneira.
Ele canta para as pessoas ingénuas que querem esquecer os problemas, são ‘novas’ de mais para entender como resolver os problemas da maneira certa, mas que ele é ‘velho’ de mais para as criticar, o que no fundo demonstra o desinteresse das pessoas para ajudar as outras, e também indolência para o fazer. Mas não percebe que ele próprio é ingénuo, pois não quer ver o que se esta a passar.
Ele diz que eles pensam saber tudo mas não sabem o que fazem e só o fazem para manter a estatura social, e andam a mentir a si próprios. Refere que se o ouvirem e fizerem o que ele faz (viver a vida sem se preocupar com os outros) encontraram a resposta aos seus problemas. No refrão refere-se a uma entidade, e diz que essa pessoa sabia que ele mentia e tinha segundas intenções, mas mesmo assim não se importava porque provavelmente faria o mesmo, o que vem reforçar a ideia de que o autor viva a vida da melhor maneira possível, aproveitando tudo ao máximo, na opinião dele.
Na quarta parte, ele diz que o ‘escravo’ do seu pai; que é provavelmente alguém que trabalha numa firma, ou grande empresa e que segue cegamente tudo o que o patrão diz, e é capaz de fazer tudo; teve de ir fazer pela sua vida fazendo algo errado na sociedade e levando-o a distúrbios maiores que ele não consegue controlar passando para entidades superiores; mostrando a ignorância das pessoas perante as situações em que se a pessoa não o fizer, o mais provável é sair prejudicada. Quando refere que o seu pai lhe telefonou e lhe disse para ele se lembrar dele, mostra que as pessoas que vivem a viver somente para bem próprio acabam sozinhos, tiranos ,egoístas e sem saber o que fazer da vida, e por isso passam essas influencias para os seus descendentes. O seu pai provavelmente temia que o filho se esquecesse da sua existência, visto ele próprio nunca ter dado o devido valor a isso.
Ele refere o pai, pois vê-o como um exemplo a seguir e se calhar é essa a razão porque ele vive a vida ignorando os outros. Por fim ele diz que ainda tem muito a viver e a fazer, mas vai se deixar levar pela corrente, e viver como lhe apetecer.
Fotografia
O tipo de fotografias que saltam mais à vista, têm de conter um enquadramento, foco, tonalidades e outros aspectos importantes. Mas o mais importantea manter numa fotografia é o cenário escolhido. Se o cenário for apelativo, o resto da fotografia sairá por si. Estas foram algumas fotos que gostei. Pertencem à revista Vogue e têm como autores principais Annie Leibovitz e Arthur Elgort. As seções fotográficas são inspiradas em filmes ou histórias conhecidas, interpretadas por bailarinos profissionais e actores. Fazem também a propaganda desejada à roupa demonstrada na revista.
Helena Almeida
Helena Almeida nasceu em 1934 e é uma das principais artistas portuguesas contemporâneas. O seu trabalho centra-se no auto-retrato a preto e branco. Os principais temas de Helena Almeida são o espaço, a ocupação deste pelo corpo e os rituais associados a essa ocupação (presença, movimento, interacção). Algumas das suas obras apresentam pintura misturada com a fotografia. Em alguns aspectos assemelha-se com Cindy Sherman, por se representar nas suas próprias obras.
Cindy Sherman
Cindy Sherman nasceu em 1954 e é uma fotógrafa e directora de cinema norte-americana, mais conhecida pelas suas fotografias e pelos seus auto-retratos conceituais.Sherman levanta questões importantes e desafiadoras sobre o papel e a representação das mulheres na sociedade, a mídia e a natureza da criação de arte. Cindy Sherman representa-se nas suas fotografias fazendo papeis de diversas mulheres ou personagens que cria para contestar o papel da mulher na sociedade.
Por onde caminhas e o que encontras?
FOTOGRAFIA
Ando pelas passadas do tempo, para a frente e para trás. Pelo caminho encontro o presente e quero ficar presa ao tempo para estar no presente sempre. O presente é perfeito, penso eu, é a Utupia perfeita. O tempo mantém-me refém no seu reino e venda-me o olhos. O tempo avança mas eu não o noto a passar; estou eternamente adormecida no presente, adormecida na verdade.
Referências:
Kings of Leon
Because of the times
Ragoo
03:01 m
I wanna say it's to me to change the world
Now I wanna play till they kicking down the door
I'll be alright long as I ain't seen it all
Now I'mma hold you tight to that night we had a ball
We had a ball
Here's to the kids out there smoking in the streets
They're way too young but I'm way too old to preach
They know it all but they still ain't seen the truth
Just play my song and I'll show it all to you
Either way you caught me whilst a lyin’
You caught me whilst a lyin’
You caught me with my pants down
My papa's slave had to go and fight the war
He'd beat 'em all then he took 'em all to court
My papa called and said remember me
Now he's working awful hard in his factory
Either way you caught me whilst a lyin’
You caught me whilst a lyin’
You caught me with my pants down
We ain't even been to the ocean
We been running barefoot the stream
We been running barefoot through the stream
We ain't even been to the ocean.
Na primeira parte, ele diz que quer dizer que fez ou vai fazer algo para mudar o mundo, mas prefere viver de ‘olhos fechados’ para a sociedade e que ficará bem se não vir o que se está a passar no mundo (pobreza, miséria,…). Diz que para isso vai agarrar-se as memórias boas em que se divertiu, e que pensou que viveu da melhor maneira.
Ele canta para as pessoas ingénuas que querem esquecer os problemas, são ‘novas’ de mais para entender como resolver os problemas da maneira certa, mas que ele é ‘velho’ de mais para as criticar, o que no fundo demonstra o desinteresse das pessoas para ajudar as outras, e também indolência para o fazer. Mas não percebe que ele próprio é ingénuo, pois não quer ver o que se esta a passar.
Ele diz que eles pensam saber tudo mas não sabem o que fazem e só o fazem para manter a estatura social, e andam a mentir a si próprios. Refere que se o ouvirem e fizerem o que ele faz (viver a vida sem se preocupar com os outros) encontraram a resposta aos seus problemas. No refrão refere-se a uma entidade, e diz que essa pessoa sabia que ele mentia e tinha segundas intenções, mas mesmo assim não se importava porque provavelmente faria o mesmo, o que vem reforçar a ideia de que o autor viva a vida da melhor maneira possível, aproveitando tudo ao máximo, na opinião dele.
Na quarta parte, ele diz que o ‘escravo’ do seu pai; que é provavelmente alguém que trabalha numa firma, ou grande empresa e que segue cegamente tudo o que o patrão diz, e é capaz de fazer tudo; teve de ir fazer pela sua vida fazendo algo errado na sociedade e levando-o a distúrbios maiores que ele não consegue controlar passando para entidades superiores; mostrando a ignorância das pessoas perante as situações em que se a pessoa não o fizer, o mais provável é sair prejudicada. Quando refere que o seu pai lhe telefonou e lhe disse para ele se lembrar dele, mostra que as pessoas que vivem a viver somente para bem próprio acabam sozinhos, tiranos ,egoístas e sem saber o que fazer da vida, e por isso passam essas influencias para os seus descendentes. O seu pai provavelmente temia que o filho se esquecesse da sua existência, visto ele próprio nunca ter dado o devido valor a isso.
Ele refere o pai, pois vê-o como um exemplo a seguir e se calhar é essa a razão porque ele vive a vida ignorando os outros. Por fim ele diz que ainda tem muito a viver e a fazer, mas vai se deixar levar pela corrente, e viver como lhe apetecer.
Fotografia
O tipo de fotografias que saltam mais à vista, têm de conter um enquadramento, foco, tonalidades e outros aspectos importantes. Mas o mais importantea manter numa fotografia é o cenário escolhido. Se o cenário for apelativo, o resto da fotografia sairá por si. Estas foram algumas fotos que gostei. Pertencem à revista Vogue e têm como autores principais Annie Leibovitz e Arthur Elgort. As seções fotográficas são inspiradas em filmes ou histórias conhecidas, interpretadas por bailarinos profissionais e actores. Fazem também a propaganda desejada à roupa demonstrada na revista.
Helena Almeida
Helena Almeida nasceu em 1934 e é uma das principais artistas portuguesas contemporâneas. O seu trabalho centra-se no auto-retrato a preto e branco. Os principais temas de Helena Almeida são o espaço, a ocupação deste pelo corpo e os rituais associados a essa ocupação (presença, movimento, interacção). Algumas das suas obras apresentam pintura misturada com a fotografia. Em alguns aspectos assemelha-se com Cindy Sherman, por se representar nas suas próprias obras.
Cindy Sherman
Cindy Sherman nasceu em 1954 e é uma fotógrafa e directora de cinema norte-americana, mais conhecida pelas suas fotografias e pelos seus auto-retratos conceituais.Sherman levanta questões importantes e desafiadoras sobre o papel e a representação das mulheres na sociedade, a mídia e a natureza da criação de arte. Cindy Sherman representa-se nas suas fotografias fazendo papeis de diversas mulheres ou personagens que cria para contestar o papel da mulher na sociedade.
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