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sábado, 30 de abril de 2011

Modulo 5-Texteis

Aula 1

Tecnologia

Fizemos as apresentaçoes, e os professores fizeram uma pequena amostra do que se iria realizar futuramente, inclusive mostraram um power point com trabalhos de outros alunos, como exemplos.

Projecto

O que queres deixar como mensagem?

Dentro da caixinha da minha mente guardo a neve pura, branca e fofa e os macaquinhos que vivem dentro da minha cabeça, para nunca mais me esquecer.
Assim nada puderá fugir e eu quando a abrir vou-me surpreender com tudo de bom que vivi, e com tudo o que sonhei e guardei. Os macaquinhos vão tentar escapar, mas eu vou apanhá-los um a um, e mete-los de volta para a caixa, para mais tarde a puder abrir outra vez e talvez ouvir o canto das sereias que lá escondi, ou nadar das baleias ao emergir. Tudo pode de lá espreitar, mas só vai sair o que eu desejar e achar que merece ser recordado.


O meu conceito fala sobre as melodias. As melodias das baleias e das sereias que queremos guardar na nossa caixa, aqueles sonhos de criança que queriamos realizar, mas nunca conseguimos.

Pesquisa:

Os Três Macacos Sábios

Os Três Macacos Sábios encontram-se à porta de um templo do século XVII localizado no Santuário Toshogu, na cidade de Nikko no Japão. A sua origem é baseada num trocadilho japonês. Os nomes dos diversos macacos são mizaru (o que cobre os olhos), kikazaru (o que tapa os ouvidos) e iwazaru (o que tapa a boca), que é traduzido como não ouças o mal, não fales o mal e não vejas o mal. A palavra saru, em japonês, significa macaco e tem o mesmo som da terminação verbal zaru, que está ligado à negação.
Diz-se que a imagem dos macacos foi trazida por um monge budista chinês, no século XVIII.

O Provérbio é: Mizaru Kikazaru Iwazaru - que literalmente significa: miru=olhar, kiku=ouvir, iu=falar e zaru=negar.
É uma forma de lembrar que, se os homens não olhassem, não ouvissem e não falassem o mal alheio, teríamos comunidades pacíficas com paz e harmonia.

A minha melodia relaciona-se com os Três Macacos Sábios, pois o que eu escreveria ou puria na minha caixa para me mostrar mais tarde é o quanto eu queria um mundo de cantos de sereia, sem os macaquinhos. Os macaquinhos que eram aqueles obstaculos que me impediam de cantar as melodias, e que me impediam de criar um mundo. Um mundo que é irreal porque eu não quero aceitar o que havia no meu passado, que não correspondia com as minhas espectativas de como eu tinha imaginado a vida. Nos meus sonhos estes macaquinhos aparecem e reaparecem a lembrar-me porque é que eu não os queria ver, ouvir, falar sobre eles.


Os cantos das sereias são aquelas nossas fantasias e sonhos de criança que queriamos realizar, mas quando crescemos os deixamos para trás. Gostava de guardar dentro da minha caixa, as minhas mais lindas melodias, para não as por de lado e apenas seguir em frente. Quero levá-las sempre comigo, para toda a minha vida.


Dreams For Plans

Once upon a time you and I
When we were green and easy
Fresh as limes and happy as a Sunday sky
There was nothing we could sell or buy
'Cause all we really needed
Was our bare feet and a pair of wings to fly

What do you think, darling?
Have we lived too much, too fast?
And have you
Have you felt the melancholy, darling
Wishing that time hadn't past?

Can you tell me how it used to be?
Have we missed our chance?
Have we changed our hopes for fears
And our dreams for plans?
Can you tell me how it used to be
When we really cared?
And when love was on our side
On our side

Sonhos Por Planos

Era uma vez eu e tu
Quando éramos verdes e fáceis
Frescos como limas e felizes como um céu de domingo
Não havia nada que pudéssemos vender ou comprar
Porque tudo de que realmente precisávamos
Eram os nossos pés descalços e um par de asas para voar

O que é que achas, meu amor?
Nós vivemos muito em pouco tempo?
E tu
Tens sentido a melancolia, meu amor
Desejando que o tempo não tivesse passado?

Podes dizer-me como costumava ser?
Nós perdemos a nossa chance?
Trocamos as nossas esperanças por medos
E os nossos sonhos por planos?
Podes dizer-me como costumava ser
Quando realmente nos importávamos?
E quando o amor estava ao nosso lado
Ao nosso lado

Shakira

A música que se segue é de Shakira: Dreams for Plans. Escolhi-a porque exprime na perfeição o meu conceito. O facto dela se perguntar onde é que ela se perdeu, porque tinha inumeros sonhos para a vida, e esses trocaram-se por planos de vida. Ela senta falta daquele poder de escolha que tinha, e de ter o mundo nas mãos. Sente falta de ser criança, e de ter sonhos. Por isso para ela a vida de adulto tornou-se aborrecida, e como ela diz antes só precisava de ter os pés descalços e asas para voar. Agora precisa de muito mais para se contentar com o que a vida lhe traz.

Peter Pan

Peter Pan é um personagem criado por J. M. Barrie na sua peça de teatro originalmente concebida como Peter e Wendy, que originou um livro para crianças publicado em 1911, e várias adaptações para o cinema. O personagem é um pequeno rapaz que se recusa a crescer e que passa a vida a ter aventuras mágicas no seu reino, a Terra do Nunca. Quer ser criança para sempre e recusa a “provar” do que é o ser adulto.
Escolhi esta personagem pois transmite perfeitamente o conceito do não querer abdicar dos sonhos de criança, por planos feitos, e este rapazinho ao querer renunciar a algo que é inevitável, está a tentar provar que poderá ser sempre um menino por dentro e manter a sua originalidade e os seus sonhos sem ter de crescer e tornar-se em algo completamente diferente.


Esta Imagem a baixo, descreveu completamente a situação que eu queria transmitir, esta a do rapaz por dentro, ou seja, nesta imagem vemos já um adulto fisicamente, mas que não renuncia ao seu menino interior, e no fundo ele vive os seus sonhos e fantasias.


Referenciais:

Tapeçarias:

•Jean Lurçat é um ceramista e designer de tapeçaria francesa, nascido em Bruyeres em 1 de Julho 1892 e morreu em St Paul de Vence em 6 de Janeiro 1966.


Sendo um famoso designer de tapeçaria, foi um dos homens que influenciou, também, a tapeçaria de Portalegre. As suas tapeçarias apresentam cores vivas, quentes ou frias, e muitas vezes formando grandes contrastes em padroes e texturas. Normalmente utiliza temas antropomórficos, com animais e abstractos que por vezes relaciona aspectos entre eles ou deixa apenas só.
Utiliza, por vezes, uma técnica que parece realista, por representar tão bem as formas e lhes dar sombras, perspectiva, etc...
Tem também uma técnica muito própria, tanto como o seu estilo ao produzir estas obras porque lhes confere uma grande quota de individualidade, que se observa, principalmente nas obras abstractas. Isto torna-se bom para o artista, sendo que as suas obras são reconhecidas em qualquer lugar, pela marca que o artista sempre deixa.


•José de Guimarães

Executada segundo um original de José de Guimarães
Tapeçaria. Lã e algodão
Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, 1992
153 x 199 cm
Acervo Museu da Cidade


•António Costa Pinheiro

O Poeta Fernando
Pessoa e uma Janela
196 x 161,5 cm
1985
Acervo Museu da Cidade/ Casa Fernando Pessoa


Espaço Poético
124 x 231 cm
1989
Acervo Museu da Cidade
/ Casa Fernando Pessoa


•Carlos Botelho

Lisboa
215 x 720 cm
Banco Espírito Santo
Átrio sede do Edifício


•Luís Filipe de Abreu

S/Título
300 x 730 cm
1996 - Peça única
Banco de Portugal
Átrio do Edifício


•Manuel Cargaleiro

Grande Festa na Cidade Imaginária
206 x 245 cm
1991 - 1ª execução
Cimpor
Átrio do Edifício


•Almada Negreiros

Domingo Lisboeta
Executadas segundo painéis da
Gare Marítima da Rocha de
Conde de Óbidos
3 x (400 x 200cm)
1979 - Peças únicas
Centro de Arte Moderna
Fundação Calouste Gulbenkian


Partida de Emigrantes
Executadas segundo painéis da
Gare Marítima da Rocha de
Conde de Óbidos
3 x (400 x 200cm)
1979 - Peças únicas
Centro de Arte Moderna
Fundação Calouste Gulbenkian


O Número
260 x 709 cm
1958 - Peça única
Tribunal de Contas


Carvoeiras, Barcos, Sé
Executadas segundo painéis da Gare
Marítima de Alcântara
406 x 254 cm
1995
Prop. Montepio
Museu da Presidência da República


Nau Catrineta
Tapeçaria. Lã e algodão
Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, 1998
3 x (406 x 254 cm)
Prop. Montepio
Edifício Central do Município


•Júlio Pomar

Sinais
194 x 254 cm
1996 - 1ª execução
Victória Seguros, SA


Diálogo
140 x 194 cm
1996 - 1ª execução
Victória Seguros, SA


•Armando Alves

Homenagem da
Chegada
do Homem à Lua
152 x 286 cm
1992 - 1ª execução
Cimpor
Átrio do Edifício


•Guilherme Camarinha

Leitura Nova
482 x 1162 cm
1969 - Peça única
Biblioteca Nacional
Sala de Leitura Geral


•Vitor Pomar

Os Pássaros
145 x 200 cm
2001
Centro de Arte Moderna
Fundação Calouste Gulbenkian


•Jorge Martins

Quatro Ilhas
150 x 215 cm
1999
Centro de Arte Moderna
Fundação Calouste Gulbenkian


Indústria têxtil

A indústria têxtil é responsável pela transformação de pequenas fibras em fios, de fios em tecidos e de tecidos em peças de vestuário, ou outras peças.
A manufatura dos tecidos é uma das mais velhas maneiras de artesanato do homem. Os primordios datam aproximadamente do ano de 5.000 AC. As primeiras fibras a serem transformadas em fios e tecidos foram o linho e o algodão.

A industria têxtil pertence à cadeia produtiva têxtil, cujo início se encontra nos produtores de matérias-primas (algodão e outras fibras), e nos fabricantes de máquinas e equipamentos têxteis. A mesma encerra-se no comércio de venda final ao consumidor.

Tapeçarias de Portalegre

Embora Portugal seja um país de grande tradição têxtil, até ao século XVIII não existia a tradição da Tapeçaria em Portugal, e por isso as tapeçarias eram encomendadas na França e na Flandres.
A história das tapeçarias de Portalegre data de 1946, quando dois amigos, Guy Fino e Manuel Celestino Peixeiro, resolveram fazer reviver a tradição dos tapetes de ponto de nó, em Portalegre.
Outros pintores como Júlio Pomar, Maria Keil, Guilherme Camarinha, Renato Torres, Lima de Freitas, estão entre os primeiros que colaboraram com a Manufactura de Tapeçarias.
O reconhecimento e a aceitação da tapeçaria de Portalegre só aconteceram em 1952, pela mão dos próprios tapeceiros franceses que se deslocaram a Portugal para a grande exposição "A Tapeçaria Francesa da Idade Média ao Presente
Os técnicos franceses, convidados a visitar aquela exposição, admiraram a técnica e a perfeição conseguida com o ponto de Portalegre.
Faltava no entanto cativar Jean Lurçat, o renovador da tapeçaria francesa, para a tapeçaria de Portalegre.
Mais tarde veio a considerar as tecedeiras de Portalegre como as melhores tecedeiras do Mundo.

A tapeçaria começa a ser tecida pela base, do lado do avesso. A técnica de Portalegre permite realizar detalhes muito pequenos donde resultam formas muito precisas.
As tapeçarias de Portalegre apresentam um grande poder decorativo devido a serem baseadas numa obra original, usando as mesmas medidas das peças, e ainda o facto da trama decorativa ser 100% lã, o que faz com que, embora as cores utilizadas possam ser luminosas, a tapeçaria não tenha o brilho de um óleo, sendo mais suave para o olhar.
São já mais de duas centenas os pintores, nacionais e estrangeiros, que viram trabalhos seus passados a tapeçaria na manufactura de Portalegre.
A iniciativa de negociar determinadas obras com um pintor pode ser da Manufactura ou do próprio pintor.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Aula 8

Tecnologia
Acabamos o modulo e apresentamos os trabalhos finais.

Projecto

Memoria Descritiva
Desafio:
Mais uma vez foi lançado um dsesafio. Desta vez dentro do módulo 4, de Design de Comunicação. O desafio concistia na pergunta: “Tu, ao contrário de Gregor, vais abrir todas as portas...” O que encontras por detrás de cada uma delas?

“(…) Mas na porta do outro lado a irmã lamentava-se, baixinho: «Gregor, não te sentes bem? Precisas de alguma coisa?» Gregor respondeu para ambos os lados «Já vou, já vou!», apurando a pronúncia e fazendo longas pausas entre as palavras, esforçando-se assim por não dar a perceber nada de diferente na voz. O pai voltou, de facto, para o pequeno-almoço, mas a irmã sussurrou: «Gregor, abre a porta, por favor!» Mas Gregor nem pensava em abrir, antes dava graças a Deus por ter ganho nas suas viagens aquele hábito de fechar todas as portas à noite, também em casa. (…)” (“A Metamorfose”, Franz Kafka)

O nosso trabalho concistiu em criar um universo que nos testasse ao perguntar o que eventualmente encontrariamos por detrás de cada uma das portas que escolhece-mos.Este desafio queria pôr-nos à prova para descobrir se realmente teriamos ou não a coragem para atravessar essa(s) portas(s) e enfrentar o que estivesse atrás delas. É um desafio complicado e talvez um pouco traiçoeiro pois obrigamos a pensar no que teriamos de “abrir” na nossa vida e enfrentar, mas que para nos é difícil porque é como estar a enfrentar os nossos medos e inseguranças. Mas para avançarmos na vida mais cedo ou mais tarde vamos ter mesmo de abrir essas portas e enfrentar o que tanto temos medo. Podemos escolher contornar as portas mas elas voltaram sempre a aparecer pois a nossa “missão” ficou inacabada. Mesmo que doa ou não queiramos teremos de enfrentar as portas e o que está por detrás delas.

A minha resposta
Depois de um pouco de reflecção sobre o que teria medo de enfrentar cheguei a um resultado. Atrás das portas encontro os pássaros do Universo, pássaros flamejantes que me levam pelos mistérios inacabáveis e me mostram todos os segredos do mundo. Flutuam por um ouvido mas têm que sair pelo outro, pois ter tamanha sabedoria não cabe a qualquer um. Bebo do meu esquecimento e saio porta fora para no dia seguinte voltar, voar, conhecer, saber e esquecer.
Primeiro, eu falo do conhecimento que encontro porta ter entrado nas portas. Esse conhecimento é tudo no mundo e ao mesmo tempo nenuhm. E aquilo que não sei mas quero saber, mas que me trará consequências se eu não souber gerir o meu silêncio...
Tenho de saber que se entrar por detrás dessas portas vou encontrar algo que sempre queria, o conhecimento de algo, de tudo, ou nada, mas que me perseguirá como o meu maior pesadelo por ter esse conhecimento..
A primeira porta é a porta dos segredos.os segredos que me torturam pois são demasiado pesados para mim e não consigo suportá-los sozinha, mas se distribuir esse peso pelas outras pessoas elas também não o vão querer suportar. Por isso não tenho alternativa senão esquecer que eles existem (ou pelo menos tentar) e seguir o meu caminho. Esta porta, de uma maneira geral no nosso dia-a-dia representa os segredos ou coisas que somos forçados a guardar ou não dizer, mesmo que não os queiramos saber. Representei esse exemplo com a imagem de uma mulher dos países do Oriente que muitas vezes é menosprezada e não tem muitos direitos. É forçada, por isso, a ficar calada e a não falar por si.
A segunda porta é a porta dos pássaros. Os pássaros são os meus melhores amigos, mas se revelar os mistérios eles virão atrás de mim e crucificar-me pelo que fiz. É melhor ficar calada e manter sempre o meu ar feliz e cínico. Esta porte é uma representação simples das pessoas que nos obrigam a guardar os segredos. São muito nossas amigas por fora, mas na realidade estão sempre de vijia, à espera de um passo em falso nosso. Aì puderemos sofrer as graves consequências pelos nossos actos.
A terceira porta, é a porta do esquecimento. Esquecer o que vivi, o que me disseram, e viver com os pássaros na minha própria liberdade. Livre de preocupações e de pensamentos impuros. Pronta a manter os segredos por detrás da porta para sempre, mas para lá voltar sempre que conseguir. Esta porta é mais direccionada ao querer esquecer os segredos que nos contam, o querer mas não puder ou conseguir. Quando-nos contam algo de muito mau, queremos esquecer que nos contaram isso, e acabamos por viver num mundode peso a suportar, para sempre. Será que queremos mesmo viver nesse mundo?

Conclusão
Ao terminar o trabalho do módulo 4 de Design de Comunicação, cheguei à conclusão que mesmo sendo um dos módulos que nos foi conferido mais tempo, foi o que menos aproveitei esse tempo concedido. Tive de apressar alguns aspectos do trabalho, alguns ficarm feitos à pressa e outros não consegui explorar devidamente, o como desejava.
Foi, confesso, um dos módulos mais complicados devido à complexidade da matéria e da quantidade do trabalho que era pedido. Foi também da minha parte falta de atenção na organização do tempo, que me puderia conceder um trabalho mais elaborado.
Mesmo assim, o restante do trabalho, tirando a parte final, resultou bem e consegui preencher com bastantes imagens e texto.
Gostaria de para o próximo módulo organizar melhor o tempo para conseguir um trabalho mais elaborado e com mais qualidade.

sábado, 2 de abril de 2011

Aula 7

Tecnologia

Continuamos com o trabalho dos peixes e começamos com a capa. A capa também foi trabalhada no photoshop e contém a frase, a imagem, o título e o nome do autor.

Projecto

Montagem

Experimentação de ideias


Ideia seleccionada:

Realizei apenas nove paginações, tanbém pela falta de tempo que me foi concedido.
As montagens foram todas realizadas com papéis de revista e jornal e todas representam os pássaros e o não pudermos falar porque somos impedidos.
Nesta última montagem a rapariga apresenta um olhar misterioso, que eu vi como uma mentira. Dá-me a entender que ela esconde algo pelo seu olhar cínico, e no entanto mostra um coração como que sugeri-se algum tipo de amor pela pessoa. Ela é o pássaro. Por um lado é a tua melhor amiga, mas por outro controla-te com aquele olhar que é acentuado pelo gesto possessivo da mão. Tanto a cauda da baleia, como as pequenas fotos que tem na mão como os riscos ou as palavras simbolizam as várias maneiras de manifestação dos segredos, e de como eles podem ser um pouco confusos.

Poesia Visual

Experimentação de ideias



As poesias visuais foram as mais difíceis de realizar. Tenho de afirmar que não ficaram nada de especial, e acredito que podessem ter sido muito melhor trabalhadas. Algumas são tão simples como palavras e um pouco de cor, ou só as palavras.

Ideia seleccionada:

Escolhi esta poesia visual, pois foi a que melhor se destacou de todas as que tinha e a que mais me pareceu relacionar com o meu conceito. Ela está num sono profundo em que dorme para não ter de se lembrar. Ou seja, como para ela esquecer é muito mais difícil do que está à espera, ela sobrepõe outra acção por cima do esquecer e simplesmente dorme para não se lembrar. Dessa maneira nunca terá de se preocupar com nada. Os seus cabelos mostram que os problemas não a deixaram e que iram estar sempre com ela mesmo que durma para sempre que será a única maneira para os evitar.